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Correio da Manhã

Sociedade
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Familias da Damasceno Monteiro realojadas na Mouraria e em Benfica

78 pessoas tiveram de ser realojadas devido a um deslizamento de terras.
5 de Abril de 2017 às 16:50
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Deslizamento de terras na Rua Damasceno Monteiro, em Lisboa
Três das famílias afetadas pelo deslizamento de terras nas traseiras da rua Damasceno Monteiro, em Lisboa, no final de fevereiro, foram realojadas na Mouraria enquanto as restantes foram para Benfica, disse esta quarta-feira à Lusa um dos moradores afetados. 

Em declarações à Lusa, Rui Rodrigues, morador no nº108, explicou que as famílias que têm crianças e que precisavam de ficar na zona por causa das escolas foram alojadas no Largo das Olarias, na Mouraria, enquanto as restantes foram para a zona de Benfica.

Rui Rodrigues adiantou que, durante o fim de semana passado, as cerca de 35 famílias, que se encontravam em casas de familiares ou hotéis, foram até às suas habitações na Damasceno Monteiro buscar os pertences para a mudança para Benfica.

A 27 de fevereiro, parte do muro (de propriedade privada) do condomínio Villa Graça, no bairro Estrela d'Oiro, ruiu pelas 05h40, provocando um deslizamento de terras para as traseiras de cinco edifícios da rua Damasceno Monteiro (dos números 102 ao 110).

A autarquia evacuou os cinco prédios afetados e teve de realojar um total de 78 pessoas.

Neste âmbito, a Câmara de Lisboa assumiu como primeira prioridade o apoio às pessoas desalojadas, seguindo-se a questão das obras para recuperar a segurança do espaço físico afetado e, por último, o apuramento das responsabilidades do desastre ocorrido.

Também as famílias com animais domésticos foram realojadas, tendo sido aquelas que mais constrangimentos tiveram, uma vez que até à data alguns animais estavam no canil municipal.

Rui Rodrigues adiantou também que as obras da contenção do muro "já estão em fase avançada", facto que constatou durante o fim de semana quando foi buscar alguns dos seus pertences à casa que teve de deixar no final de fevereiro.

A 09 de março, a Câmara de Lisboa aprovou, por unanimidade, uma proposta para o investimento de 3,18 milhões de euros na estabilização do muro que colapsou e na recuperação dos prédios afetados.
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