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Correio da Manhã

Sociedade
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Fim de contratos de saúde leva guardas a medicar reclusos

Acordo entre os Serviços Prisionais e algumas empresas de prestação de cuidados de saúde terminaram no final de junho.
M.C. 10 de Julho de 2018 às 11:33
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Os contratos entre os Serviços Prisionais e algumas empresas de prestação de cuidados de saúde terminaram no final de junho.

Enquanto não foi possível contratar diretamente mais profissionais, fonte sindical disse, ao CM, que os guardas tiveram de medicar reclusos.

Segundo o Sindicato da Guarda Prisional, ocorreram problemas nas prisões de Setúbal, Pinheiro da Cruz, Beja, Chaves e no hospital prisional de Caxias.

"O grupo de intervenção, em Serviços Prisionais, chegou a estar de prevenção", disse, ao CM, Jorge Alves.

Quanto aos Serviços Prisionais, dizem que entre um e cinco de julho "a assistência clínica nas cadeias referidas nunca esteve em causa, graças a um plano de contingência ".

"A contratação de 125 avençados fez retomar a normalidade", concluiu fonte oficial.
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