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Correio da Manhã

Sociedade
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Greve ainda sem serviços mínimos

Professores convocaram paralisação para época de exames e de avaliação do secundário
28 de Maio de 2013 às 01:00

A greve dos professores, marcada para junho, continua sem qualquer garantia de serviços mínimos, conforme requereu o Ministério da Educação e Ciência. Os principais sindicatos dos docentes, Fenprof e FNE, recusam enviar à tutela propostas de serviços mínimos, alegando que a requisição não cumpre os requisitos.

"O governo não respeitou prazos, nem a entidade requisitante", explicou ao CM João Dias da Silva, presidente da FNE, que agora aguarda nova tomada de posição do Governo.

A Fenprof, por sua vez, em comunicado, refere que a requisição de serviços mínimos compete "ao membro do governo responsável pela área da Administração Pública".

O ministro da Educação, Nuno Crato, presente na conferência Educação, Ciência e Competitividade, não comentou a greve marcada para o período de exames e avaliação do Secundário.

Na conferência, Nuno Crato destacou a criação de um pacote de incentivos fiscais para empresas que contratem trabalhadores doutorados. O anúncio foi do primeiro-ministro, Passos Coelho, que realçou a criação de ciclos de estudos não conferentes de grau académico nos politécnicos com uma forte componente de formação em contexto de trabalho.

GREVE PROFESSORES DOCENTES
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