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Correio da Manhã

Sociedade

Greve às cirurgias deixa crianças em lista de espera

Greve cirúrgica dos enfermeiros começou a 22 de novembro.
Sónia Trigueirão 7 de Dezembro de 2018 às 01:30
Enfermeira
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A greve cirúrgica dos enfermeiros, que começou a 22 de novembro, está a deixar crianças sem operações.

O bloco operatório da pediatria do Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN), ao qual pertence o Hospital de Santa Maria, não funciona desde que o protesto começou.

A denúncia partiu do presidente do conselho de administração do CHLN, Carlos Martins. De acordo com o gestor, a greve " está a colocar em causa o tempo útil de resposta aos doentes e está a criar uma não equidade no acesso ao Serviço Nacional de Saúde (SNS)".

Desde o dia 22 de novembro que já foram adiadas, no CHLN, 450 cirurgias - 37 são de pediatria.

"Estamos a falar de crianças e jovens que têm aulas e estão a ver a sua vida adiada. Estamos a falar da qualidade de vida de doentes", explica, sublinhando que a greve deverá custar ao CHLN entre dois e três milhões de euros.

Segundo Carlos Martins - que vai tentar encontrar uma resposta para os doentes no SNS, recorrendo a outras unidades públicas - os médicos do CHLN vão operar a blocos operatórios de outros hospitais, mesmo que sejam privados, se tal for necessário.
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