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Artigo exclusivo

Guerra no Parlamento com fachada LGBTQI+

Chega condenou iniciativa. Marcelo e Luís Montenegro contra discurso de ódio e discriminação.

18 de maio de 2024 às 01:30

O Presidente da República e o primeiro-ministro assinalaram o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, que se assinalou esta sexta-feira, com mensagens de apoio, mas no Parlamento a sessão ficou marcada pelos protestos do Chega. Na véspera, a fachada da Assembleia da República esteve iluminada com as cores da bandeira arco-íris (à exceção dos gabinetes dos deputados do Chega, que votaram contra a iniciativa). “Que sentido faz iluminarmos a fachada do Parlamento com as cores arco-íris da comunidade LGBT, quando não o fizeram para tantos outros dias? Há 42% de portugueses que sofrem de hipertensão e eu não vejo uma fachada iluminada nesta casa; tivemos o dia dos antigos combatentes e eu não vi esta fachada iluminada; temos o dia das forças de segurança e eu não vejo esta fachada iluminada; temos os dias dos profissionais de saúde e eu não vejo esta fachada iluminada. Então, por que raio no mundo é que os homossexuais ou os transexuais têm esta fachada iluminada? Não há nenhuma razão para isso!”, insurgiu-se o líder do Chega.

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