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Hérnias afetam cerca de 10% da população

Objetivo da cirurgia é devolver a qualidade de vida ao doente. É uma das doenças mais frequentes.
Por Ana Silva Monteiro|12.08.18
Herniorrafia é o nome dado a uma cirurgia inovadora para tratar o problema da hérnia abdominal, um problema que leva muitos portugueses às salas de operações. A doença corresponde a uma zona de fraqueza da parede abdominal que permite que parte do intestino ou de outro órgão fique saliente. Estima-se que cerca de 10% da população possa desenvolver algum tipo de hérnia ao longo da vida.

"As hérnias são das doenças mais frequentes em todo o Mundo. Com esta cirurgia tentamos arranjar um material, ou seja uma prótese, que se parece com uma rede e que vai ajudar a fechar o defeito que existe na parede abdominal. São utilizados tecidos do paciente para unir os músculos e a rede para reforçar a zona afetada e, dessa maneira, tratar o problema com mínima probabilidade de regressão", explicou, ao CM, Emanuel Guerreiro, cirurgião do Hospital da CUF, no Porto.

O objetivo da cirurgia é de que o doente possa voltar a fazer tudo o que o fazia antes de ter a hérnia, sem limitações. "Fazemos com que a nossa cirurgia restitua o doente à sua vida. Por isso é que é necessário uma avaliação prévia, perceber quais são as expectativas do doente e, assim, fazer a cirurgia que melhor se adequa à pessoa em questão", concluiu o médico cirurgião.

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