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Correio da Manhã

Sociedade
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Homens grávidos e falhas na proteção de dados: As "incongruências" dos ficheiros Covid da DGS

Elevado volume de dados é justificação para os erros.
João Saramago 9 de Agosto de 2020 às 01:30
Autoridade de saúde deu prioridade à identificação de novos casos
Autoridade de saúde deu prioridade à identificação de novos casos FOTO: Nuno Alfarrobinha
A Direção-Geral da Saúde (DGS) reconhece a “existência de incongruências” nos dados de vigilância epidemiológica da Covid-19 disponibilizados junto da comunidade científica. São apontadas algumas falhas, nomeadamente a inclusão de homens grávidos, entre os quais uma criança de 5 anos.

Também há reparos acerca da proteção da identidade dos doentes. Estas falhas são justificadas pela necessidade “de gerir em tempo útil uma elevada quantidade de dados”, explica fonte da DGS. 


“Os casos estão corretos, mas ocorreram deficiências pela preocupação de, rapidamente, notificar as autoridades de saúde de casos positivos”, avançou a mesma fonte.

Refere ainda que “as falhas referentes à comorbilidade resultam de ser dada prioridade à confirmação do caso, sendo mais tarde a informação complementada com as doenças associadas. Os dados são provisórios e servem como elemento de trabalho”. E garante: “Não é de todo verdade que haja falhas graves na proteção da identidade. Não são mencionados nomes, moradas ou datas de nascimento.”

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