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Correio da Manhã

Sociedade
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Instituto Ricardo Jorge é credor de seis milhões de euros

Dívidas de terceiros ao INSA aumentaram mais de 1,3 milhões de euros de 2015 a 2017.
Sónia Trigueirão 4 de Setembro de 2018 às 11:08
Instituto Ricardo Jorge
Fernando de Almeida lidera o Instituto Doutor Ricardo Jorge
Instituto Ricardo Jorge
Fernando de Almeida lidera o Instituto Doutor Ricardo Jorge
Instituto Ricardo Jorge
Fernando de Almeida lidera o Instituto Doutor Ricardo Jorge
O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) era credor de mais de 6,3 milhões de euros, no final do ano passado.

De acordo com o Relatório de Atividades de 2017, a dívida de terceiros, de curto prazo, ao INSA aumentou mais de um milhão de euros em dois anos: em 2015, situava-se nos 4,4 milhões de euros e, em 2016, nos 4,9 milhões.

A maior parte dos devedores são entidades do próprio Estado.

Segundo o mesmo documento, a despesa do INSA também aumentou três por cento em três anos, o que se traduz numa subida absoluta da despesa de 710 mil euros no período de 2015 a 2017. No ano passado, o INSA fechou o ano com 25,3 milhões de euros em despesas; em 2016 eram 24,5 milhões; e, em 2015, 24,6 milhões.

Contribuíram para o aumento de custos o Fornecimento de Serviço Externos, que em 2017 superou os 4,2 milhões de euros, e, no ano anterior, os 3,8 milhões. Os custos com o pessoal também contribuíram para o crescimento do valor da despesa. No ano passado, esse valor ultrapassou os 13,8 milhões e no ano anterior os 13,5 milhões de euros.

Mesmo assim, o INSA encerrou o ano de 2017 com resultados líquidos bastante positivos e que superaram os 1,7 milhões de euros, ao contrário de 2016, ano em que teve prejuízos de 606 mil euros.

Funcionários faltaram menos 342 dias 
De acordo com o Relatório de Atividades de 2017 do Instituto Nacional Doutor Ricardo Jorge (INSA), no ano passado os seus funcionários faltaram 11 322 dias.

O que representou menos 342 dias de ausências, quando comparado com o ano de 2016, em que os funcionários faltaram ao serviço 11 664 dias. Segundo o mesmo documento, a doença continua a ser o motivo que domina as justificações das faltas, seguido da maternidade/paternidade.
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