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Correio da Manhã

Sociedade
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IPO de Lisboa cria Banco de Tumores

O Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa Francisco Gil criou o primeiro Banco de Tumores.
27 de Outubro de 2009 às 18:09
IPO de Lisboa cria Banco de Tumores
IPO de Lisboa cria Banco de Tumores FOTO: Bruno Colaço

A funcionar desde o passado dia 16, altura em que obteve a autorização da Comissão Nacional de Protecção de Dados para tratar os dados pessoais, o primeiro Banco de Tumores tem como finalidade arquivar as amostras em condições legais para investigação biomédica e preservar as que possam ser utilizadas para diagnóstico.

“Passa assim, a ser feita de forma sistemática a colheita de amostras e dados clínicos, em patologias consideradas prioritárias para os projectos de investigação em curso”, esclarece a instituição em comunicado.

Para o presidente do conselho de administração, Francisco Matoso, com o Banco de Tumores, o IPO de Lisboa “dá mais um importante passo na área da investigação oncológica, enquanto unidade de referência na prestação de cuidados de saúde no domínio da oncologia”.

O material armazenado destina-se, nesta fase, a ser utilizado por grupos de investigação da instituição.

No entanto, o IPO realça que futuramente, com o aumento de amostras guardadas, o banco será disponibilizado a grupos de investigação externos que solicitem amostras para projectos “que cumpram critérios de qualidade científica e ética confirmada por parte dos organismos competentes do Instituto”.

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