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Correio da Manhã

Sociedade
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Irmã de Inês internada com suspeita de sarampo

Jovem de 12 anos não foi vacinada em bebé.
André Pereira, Débora Carvalho e João Saramago 24 de Abril de 2017 às 01:30
Inês Sampaio, de 17 anos, estudava na Escola Secundária de Santa Maria, Sintra. Morreu de complicações decorrentes de sarampo
Beatriz deu ontem entrada no Hospital D. Estefânia (Lisboa) com sintomas que apontavam para sarampo
Inês Sampaio, de 17 anos, estudava na Escola Secundária de Santa Maria, Sintra. Morreu de complicações decorrentes de sarampo
Inês Sampaio, de 17 anos, estudava na Escola Secundária de Santa Maria, Sintra. Morreu de complicações decorrentes de sarampo
Já foram notificados 46 casos de sarampo
Inês Sampaio não estava vacinada contra o sarampo
Inês Sampaio, de 17 anos, estudava na Escola Secundária de Santa Maria, Sintra. Morreu de complicações decorrentes de sarampo
Beatriz deu ontem entrada no Hospital D. Estefânia (Lisboa) com sintomas que apontavam para sarampo
Inês Sampaio, de 17 anos, estudava na Escola Secundária de Santa Maria, Sintra. Morreu de complicações decorrentes de sarampo
Inês Sampaio, de 17 anos, estudava na Escola Secundária de Santa Maria, Sintra. Morreu de complicações decorrentes de sarampo
Já foram notificados 46 casos de sarampo
Inês Sampaio não estava vacinada contra o sarampo
Inês Sampaio, de 17 anos, estudava na Escola Secundária de Santa Maria, Sintra. Morreu de complicações decorrentes de sarampo
Beatriz deu ontem entrada no Hospital D. Estefânia (Lisboa) com sintomas que apontavam para sarampo
Inês Sampaio, de 17 anos, estudava na Escola Secundária de Santa Maria, Sintra. Morreu de complicações decorrentes de sarampo
Inês Sampaio, de 17 anos, estudava na Escola Secundária de Santa Maria, Sintra. Morreu de complicações decorrentes de sarampo
Já foram notificados 46 casos de sarampo
Inês Sampaio não estava vacinada contra o sarampo
Beatriz Sampaio, de 12 anos, está internada no Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, com suspeitas de sarampo. A jovem, segundo apurou o CM, não está vacinada contra a doença que vitimou, na última quarta-feira, a irmã Inês Sampaio, de 17 anos.

Francisco George, diretor-geral da Saúde, explicou ontem que "a jovem estava protegida" contra a doença. O CM sabe, porém, que a proteção a que se refere o DGS só foi administrada há menos de um mês, durante o período em que a irmã esteve internada, primeiro no hospital de Cascais e depois no Dona Estefânia, no qual viria a morrer de pneumonia bilateral, uma complicação do sarampo.

Beatriz tem uma irmã mais velha, de 19 anos, que, de acordo com o que o CM apurou, está vacinada contra o sarampo. A mesma fonte, porém, não soube precisar se a vacina foi administrada enquanto bebé ou após o internamento de Inês.

A situação clínica de Beatriz Sampaio, ao fecho desta edição, era considerada estável. Está sob observação, face aos sintomas, mas só hoje será possível confirmar se é sarampo. "Está a ser tratada à luz das melhores práticas médicas e aguarda-se pelo resultado das análises", afirmou Francisco George.

O facto de Beatriz Sampaio não estar vacinada contra o sarampo contraria a versão avançada pela família. Carlos Faria, familiar da mãe, Amélia Sampaio, garantiu na semana passada que apenas Inês não estava vacinada. Isso, sublinhou na altura, ficou a dever-se a uma reação alérgica de Inês a uma vacina ainda enquanto bebé. A médica que acompanhava Inês, alegou Carlos Faria, terá recomendado para não vacinar a jovem contra o sarampo.

Inês foi infetada com a doença a 27 de março, por um bebé de 13 meses, quando recorreu às urgências do hospital de Cascais, com a doença do beijo.

21 casos da doença confirmados no País
Em Portugal foram notificados 46 casos de sarampo, dos quais 21 estão já confirmados e 15 em ainda investigação. Os restantes foram despistados. Segundo a Direção-Geral de Saúde (DGS), 13 casos de sarampo ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, 7 no Algarve e um no Norte. A maioria dos casos ocorreu em adultos com mais de 20 anos (13 doentes). Sete crianças contraíram o vírus do sarampo: quatro com menos de 12 meses e três até aos quatro anos. Nos primeiros quatro meses do ano houve mais casos de sarampo em Portugal do que na última década. Entre 2006 e 2014, Portugal registou 19 casos de sarampo, quando desde janeiro deste ano até hoje já houve 21 casos confirmados. Em 2016, Portugal recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS), um diploma que oficializava o país como estando livre de sarampo .
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