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Correio da Manhã

Sociedade
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Jovens recebem símbolos do Papa

Para Jornada Mundial da Juventude de 2023, em Lisboa.
Bernardo Esteves 22 de Novembro de 2020 às 09:49
D. Américo Aguiar , bispo auxiliar de Lisboa
Comitiva , à partida
Carta de Marcelo Rebelo de Sousa
D. Américo Aguiar , bispo auxiliar de Lisboa
Comitiva , à partida
Carta de Marcelo Rebelo de Sousa
D. Américo Aguiar , bispo auxiliar de Lisboa
Comitiva , à partida
Carta de Marcelo Rebelo de Sousa
Uma dezena de jovens portugueses de vários pontos do País recebem hoje no Vaticano, numa missa presidida pelo papa Francisco, os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Lisboa, que foram adiadas de 2022 para 2023 devido à pandemia.

A delegação portuguesa, presidida pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, vai receber a Cruz Peregrina, com 3,8 metros de altura, bem como a réplica do ícone de Nossa Senhora ‘Salus Populi Romani’, que retrata a Virgem Maria com o Menino nos braços. “É o pontapé de saída para a organização de Lisboa”, disse à Lusa o presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, D. Américo Aguiar, bispo auxiliar de Lisboa. Quando chegarem a Portugal, estes símbolos do maior evento organizado pela Igreja Católica ficarão na Sé de Lisboa. Até agora, estavam no Panamá, palco da última JMJ, em 2019.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, não estará presente, mas enviou uma carta que será hoje entregue em mão ao papa Francisco.

D. José Ornelas, bispo de Setúbal e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, apelou ontem a que os símbolos sejam, “a partir da crise, um sinal de esperança” e “vontade de colaborar na construção de um mundo melhor”.
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