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Correio da Manhã

Sociedade
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Lar de Lisboa sob suspeita de agressões a idosos

'Inválidos do Comércio' está a ser alvo de auditorias.
João Saramago 29 de Maio de 2019 às 09:03
Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa
Direção da Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa, nega a existência de queixas de maus-tratos
Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa
Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa
Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa
Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa
Direção da Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa, nega a existência de queixas de maus-tratos
Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa
Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa
Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa
Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa
Direção da Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa, nega a existência de queixas de maus-tratos
Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa
Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa
Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa
Duas funcionárias da Casa de Repouso Inválidos do Comércio, em Lisboa, alegam ter assistido a situações de violência verbal e física sobre os utentes por parte de outra trabalhadora. No espaço de quatro meses, as duas foram sujeitas a processos disciplinares. Francisco Cavalheiro, vice-presidente dos Inválidos do Comércio, nega a existência de agressões.

"Nenhum utente e nenhum familiar apresentaram até hoje queixas", referiu.

Sobre denúncias anteriores de alegados maus-tratos , o Instituto da Segurança Social (ISS) informa que "em outubro de 2018 foi concluído um processo de fiscalização, mediante solicitação do Ministério Público, não se tendo verificado indícios de maus-tratos aos utentes".

No presente, avança o ISS, "estão em curso processos de averiguações, com auditorias jurídica e financeira à Instituição".

Em fevereiro deste ano, Elisabete Resende, 48 anos, foi sujeita a um processo disciplinar por incumprimento de funções. Ao CM explica que foi "vítima de perseguição" e colocada numa sala de arrumos durante seis meses – acusação negada pela direção.

A funcionária afirma que ouviu nos corredores uma funcionária "a gritar palavrões aos idosos".

Uma outra trabalhadora, sujeita este mês a um processo disciplinar e que quis manter o anonimato, diz que a funcionária em questão "empurrou utentes na casa de banho e deu-lhes socos na cabeça".
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