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Luzes da quadra natalícia resistem à Covid-19

Lisboa volta a apostar forte em esquema de iluminações de baixo consumo.

01 de dezembro de 2020 às 01:30

A pesar da pandemia, as cidades portuguesas têm tudo preparado para celebrar o Natal. Mesmo com os constrangimentos sociais e económicos que o País enfrenta devido à Covid-19, a tradição ainda é o que era e, como tal, as autarquias não abdicam das iluminações de Natal. Mantém-se o brilho das luzes, mas não se realizam muitos eventos tradicionais desta quadra. E, ao contrário do que se poderia pensar, o novo coronavírus não serviu para justificar uma poupança generalizada nos orçamentos municipais para as decorações natalícias deste ano. Aliás, muitas são as autarquias que registam uma maior despesa deste ano. Ainda assim, devido à pandemia, várias são as que optaram por manter valores ou fazer cortes.

Sem surpresas, o Funchal, com um orçamento de 3, 3 milhões de euros, lidera a lista. A verba orçamentada proporciona as luzes natalícias no Funchal e o fogo de artifício das Festas de Natal e da Passagem de Ano da região autónoma. Seguem-se na lista das câmaras mais gastadoras Lisboa (800 mil); Oeiras (500 mil); Porto (395 mil); Gaia e Albufeira (ambos 330 mil euros). Deste grupo, de destacar a autarquia oeirense, que este ano vai gastar mais 150 mil euros do que em 2019. Relativamente à capital, a despesa é a mesma que a do ano passado, tal como a aposta em lâmpadas LED – 2,5 milhões espalhadas por 41 ruas, praças e outros espaços.

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