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Correio da Manhã

Sociedade
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Mãe sem apoio para ajudar filho

Carla acusa a Segurança Social de lhe negar mais tempo para tratar de filho doente.
13 de Abril de 2014 às 15:31
Carla Anselmo está indignada porque teve de ir trabalhar e deixou de cuidar de menor doente
Carla Anselmo está indignada porque teve de ir trabalhar e deixou de cuidar de menor doente FOTO: Rui Miguel pedrosa

Uma mãe de Alcobaça acusa a Segurança Social de não lhe ter proporcionado tempo suficiente para cuidar do seu filho doente, de 4 anos.

O menino queimou-se no peito e num braço com água a ferver, no final de janeiro. Esteve internado no Pediátrico de Coimbra e regressou a casa, necessitando, durante mais de um mês, de tratamentos diários. Só que o subsídio de apoio à criança, concedido pela Segurança Social à mãe, teve a duração de 30 dias. Depois disso, e apesar de solicitar mais tempo para estar com o filho, Carla Anselmo teve de voltar ao trabalho.

"No início de março, ele fazia penso todos os dias. Íamos uma vez por semana a Coimbra e o resto dos dias íamos com ele à clínica em Alcobaça", conta Carla Anselmo, sublinhando que, nessa fase, o filho "não podia andar normalmente pela rua, devido ao risco de infeção, e tinha de colocar creme todos os dias". Foi, por isso, com surpresa que recebeu a notificação da Segurança Social, informando-a de que terminara o tempo concedido para estar com o filho.

Questionada pelo Correio da Manhã, a Segurança Social esclarece que o subsídio para assistência a filho foi, neste caso, atribuído pelo seu período máximo: 30 dias por ano.

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