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Correio da Manhã

Sociedade
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Chuva não dá tréguas. Saiba o que pode esperar do tempo nos próximos dias

Condições meteorológicas adversas resultantes de chuva intensa, rajadas de vento e forte agitação marítima.
João Saramago, P.M.P e Isabel Jordão 10 de Fevereiro de 2021 às 01:30
No Peso da Régua o rio Douro galgou margens
No Porto a Av. D. Carlos I foi cortada
Em Oliveira do Bairro verificaram-se inundações
Em Mangualde foi 
registada uma rajada de vento de 100 km/h e houve cheias
Barragem de Castelo de Bode está com 84% da sua capacidade
No Peso da Régua o rio Douro galgou margens
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Em Oliveira do Bairro verificaram-se inundações
Em Mangualde foi 
registada uma rajada de vento de 100 km/h e houve cheias
Barragem de Castelo de Bode está com 84% da sua capacidade
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Em Oliveira do Bairro verificaram-se inundações
Em Mangualde foi 
registada uma rajada de vento de 100 km/h e houve cheias
Barragem de Castelo de Bode está com 84% da sua capacidade
A chuva intensa, rajadas de vento e forte agitação marítima vão continuar pelo menos nos próximos oito dias. As condições atmosféricas adversas provocaram ontem cheias em Oliveira do Bairro, Mortágua, Mangualde e Benavente. E a subida do caudal do Douro e do Tejo levaram as autoridades a colocarem as populações em alerta. Os oito distritos do Litoral a norte do estuário do Tejo estão esta manhã em aviso laranja por ondas até seis metros de altura. No resto do território do continente, só os distritos de Santarém, Portalegre e Évora não estão sob aviso amarelo devido à chuva e vento.

Para os próximos dias, a meteorologista Paula Leitão, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, admite “uma ligeira melhoria do estado do tempo”, ainda assim a “previsão é de chuva e poderá ser de neve nas Terras Altas”, como aconteceu em Boticas. “O mau tempo resulta de uma cintura de depressões que se desloca da América para a Europa e que ontem foi acompanhada por uma frente fria pela Península Ibérica”, acrescentou.

O risco de cheias levou a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil a emitir um aviso à população e as próximas horas são de ansiedade para as populações que vivem junto ao Douro e Tejo. Recorde-se que, em dezembro de 2019, foi a última vez que no Porto a Ribeira foi inundada, com a água a atingir os 80 centímetros. 
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