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Menos Urgências até ao fim do ano

19 de julho de 2012 às 01:00

A proposta de reorganização das Urgências, que prevê o fecho de 12 serviços – Fafe, Santo Tirso, Macedo de Cavaleiros, Valongo, Oliveira de Azeméis, Peniche, Tomar, Montijo, Montemor-o-Novo, Serpa, Lagos e Loulé – motivou protestos de autarcas de todo o País e já levou a Associação Nacional de Municípios a pedir uma reunião urgente ao ministro da Saúde. Ontem, o secretário de Estado da Saúde, Manuel Teixeira, afirmou que o Governo terá de ter, até ao final do ano, um "plano específico" sobre a reorganização da oferta hospitalar e, nessa reorganização, está a da Urgência hospitalar.

Na proposta de reestruturação está, para além do fecho de 12 Urgências Básicas, a desclassificação de quatro médico-cirúrgicas (Torres Vedras, Mirandela, Póvoa de Varzim e Figueira da Foz) para Urgências básicas. No caso de Mirandela, a despromoção para Urgência básica deixaria a população do distrito de Bragança com apenas uma Urgência capaz de responder a casos graves. Já o presidente da Câmara de Vila do Conde, Mário Almeida, considerou a redução de valências no Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde "incompreensível e inaceitável".

A presidente da Câmara do Montijo, Maria Amélia Antunes, recordou que existe um protocolo assinado com o Ministério da Saúde que fixou a manutenção da Urgência no hospital local.

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