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Correio da Manhã

Sociedade
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Ministério pede acção da PGR

O Ministério do Ensino Superior pediu ontem a intervenção urgente da Procuradoria-Geral da República na sequência do emparedamento do edifício da extinta Universidade Moderna (UM), em Lisboa. A decisão de selar as instalações foi da empresa imobiliária Incentinveste que, em 2006, adquiriu o edifício à Dinensino, entidade instituidora da UM.
17 de Fevereiro de 2009 às 00:30
Ministro Mariano Gago mandou fechar a Universidade Moderna há cinco
Ministro Mariano Gago mandou fechar a Universidade Moderna há cinco FOTO: Natália Ferraz

Através de um curto comunicado, o Ministério de Mariano Gago "solicitou a intervenção muito urgente da Procuradoria-Geral da República no sentido de assegurar a salvaguarda da documentação" relativa aos ex-alunos da antiga universidade.

Além da documentação da própria Dinensino, no interior das instalações estão os registos que permitem aos alunos pedir certificados de habilitações e diplomas. Alguns serviços da universidade ainda estavam a funcionar, apesar do encerramento compulsivo determinado em Outubro pelo ministro.

Durante o fim-de-semana, a Dinensino informou a Direcção-Geral do Ensino Superior que os edifícios de Lisboa e Setúbal teriam sido ocupados e selados pela empresa Incentinveste, à revelia da própria entidade instituidora. Além do edifício da sede em Lisboa, o pólo de Setúbal também foi encerrado. O CM tentou contactar a direcção da Dinensino e os administradores da Incentinveste, mas até ao fecho desta edição não foi possível.

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