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Ministra da Justiça rejeita polícia única

A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, afastou ontem em definitivo – na Escola da Judiciária, em Loures – a junção, numa polícia única, da PJ com as forças de segurança PSP ou GNR. "Não confundamos segurança com investigação criminal. É muito perigoso juntar as duas funções", afirmou a ministra, deixando no entanto uma mensagem de que a "cooperação entre polícias é importante" – e deve ser melhorada.

23 de outubro de 2012 às 01:00

No âmbito da comemoração do 67º aniversário da PJ, a governante esteve ao lado de José Almeida Rodrigues, director nacional da PJ, no momento em que dezenas de investigadores na plateia foram homenageados.

João Branco, inspector-chefe na reforma, foi agraciado com o crachá de ouro e uma ovação em pé, pelos 34 anos dedicados à PJ, sobretudo no combate a roubos em Lisboa.

"Não há James Bond na Polícia; eu também não sou um deles. É um trabalho de equipa e eu sou fiel depositário deste crachá, que congrega todos os polícias que dão tudo o que podem ao serviço da sociedade", disse ao CM. A ministra prometeu tudo fazer "para dotar a PJ das melhores condições – e o Laboratório é, claramente, para reforçar". Não deixará de "acautelar transferência de verbas" para despesas correntes da PJ – preocupação do director nacional (ver pág. 47), que anunciou os resultados operacionais do último ano (ver quadro). A Procuradora Geral da República, Joana Marques Vidal, esteve presente.

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