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Mordido por cobra tomou antídoto sete horas depois de ter dado entrada no Hospital de Abrantes

ULS do Médio Tejo diz que a administração do antiveneno não é automática após mordedura.

17 de agosto de 2026 às 01:30
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Mordido por cobra tomou antídoto sete horas depois de ter dado entrada no Hospital de Abrantes

Um homem que foi mordido por uma cobra na localidade de Pucariça, no concelho de Abrantes, foi assistido no hospital tendo-lhe sido administrado um antídoto mais de sete horas depois, noticiou este domingo 'O Mirante'. Segundo o jornal regional, o homem terá dado entrada nas urgências pelas 16h00 e recebido tratamento com soro antiofídico cerca das 04h30 do dia seguinte. A ULS do Médio Tejo esclarece que a administração do antiveneno não é automática após uma mordedura. Adianta que o tratamento só é administrado perante sinais clínicos que o justifiquem.

De acordo com o INEM, “a mordedura de uma víbora pode originar uma situação clínica potencialmente grave. Provoca dor intensa no imediato e edema (inchaço) progressivo do membro atingido que pode levar ao compromisso circulatório desse membro, exigindo uma intervenção médica urgente. A mordedura de cobra em geral não tem consequências graves, para além de alguns sinais inflamatórios no local da picada.”

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