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Correio da Manhã

Sociedade
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Morte de aluna não trava praxes

Alunos do Politécnico de Beja vão adotar novo modelo para a integração dos caloiros
4 de Setembro de 2013 às 01:00
Após o incidente os alunos fizeram um cordão humano de apoio a Cristina Ratinho
Após o incidente os alunos fizeram um cordão humano de apoio a Cristina Ratinho

O Instituto Politécnico de Beja e os alunos da instituição vão adotar um novo modelo de integração dos caloiros no início deste ano letivo em resultado da morte de Cristina Ratinho, que há 11 meses sofreu uma paragem cardiorrespiratória após uma praxe. O novo ritual será discutido na próxima semana pelos estudantes que constituem a comissão de praxes.

"Há várias ideias mas o modelo não está ainda decidido. Certo é que haverá muitas diferenças em relação a anos anteriores", referiu ao CM Pedro Inácio, presidente da associação de estudantes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Beja.

Cristina Ratinho sofria de problemas cardíacos. Sentiu-se indisposta por volta das 12h00 do dia 26 de setembro de 2012. Na altura, segundo um comunicado dos colegas do curso de Gestão de Empresas, "estava apenas a cantar".

A aluna, de 26 anos, residente em Beja e mãe de uma menina de quatro anos, ainda foi para casa. Mas acabou por ser transportada pelo INEM para o hospital de Beja, onde esteve internada durante meses. Faleceu no passado dia 30 de agosto na unidade de Cuidados Continuados em Casével, Castro Verde.

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