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Multibanco atrapalha anões

Medem menos de 1,40 metros, estatura que dificulta nas tarefas do dia a dia.

27 de outubro de 2013 às 09:45

São 500 as pessoas de estatura reduzida (menos de 1,40 metros) em Portugal. Vítimas de nanismo – um conjunto de patologias resultantes de uma condição genética – os anões procuram "ganhar espaço na sociedade" e por isso realizaram ontem o primeiro congresso internacional, em Lisboa, que juntou portugueses e espanhóis.

Para Maria do Céu Seabra, coordenadora do núcleo de nanismo da Raríssimas, associação de doenças raras, o encontro "procura dar maior visibilidade às pessoas de estatura reduzida". A psicóloga entende que "a aparência física dos anões causa alguma retração na sociedade".

Por sua vez, a bióloga Carolina Lemos referiu que as barreiras arquitetónicas, como a altura dos multibancos, ou os degraus, são dificuldades no dia a dia.

Em casas, porém, as barreiras são mais fáceis de ultrapassar. Segundo Rosa Barradas, o filho Gonçalo, de cinco anos, "adaptou-se bem, sem necessidade de fazer qualquer alteração". Sem conhecimento de anões na família, a mãe lembra que "no início foi um choque".

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