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Correio da Manhã

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Não ser vacinado contra a Covid-19 é ser "um em 600 portugueses" que morreu em 2020, diz Gouveia e Melo

"Se a pessoa quer estar nesse totoloto acho que não é uma boa solução", afirmou o coordenador da task force.
Lusa 17 de Abril de 2021 às 12:29
Gouveia e Melo
Gouveia e Melo
O coordenador da 'task force' do plano de vacinação afirmou hoje que recusar ser vacinado contra a covid-19 é fazer parte do "totoloto" de "um em 600 portugueses" que em 2020 morreu com a doença.

"Não ser vacinado significa ser um em 600 portugueses que no ano passado morreu, se a pessoa quer estar nesse totoloto acho que não é uma boa solução", afirmou o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo aos jornalistas, no final de uma visita ao centro de vacinação de Gondomar, no distrito do Porto.

Sobre os receios das pessoas em serem vacinadas com a vacina "a ou b", porque causam "este e aquele problema", Henrique Gouveia e Melo frisou que acontece "um caso em um milhão", "muito diferente de um caso em 600".

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