O que os professores mais precisam foi o que mais faltou na AR: consenso

Parlamento discutiu cinco projetos de apreciação do diploma do Governo com o qual quase ninguém concorda.
16.04.19
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Consenso, a palavra-chave para resolver o problema da contagem do tempo de serviço dos professores, foi a ausência mais notada esta terça-feira no parlamento, que discutiu cinco projetos de apreciação do diploma do Governo com o qual quase ninguém concorda.

Ao longo de mais de uma hora de debate na Assembleia da República (AR), Governo e partidos da oposição, PS e partidos da oposição, e todos os partidos entre si trocaram acusações e imputaram responsabilidades numa discussão acesa que parece demonstrar que será difícil um acordo para alcançar um objetivo com o qual todos declararam estar de acordo: a contagem integral do tempo de serviço dos professores, ou seja, nove anos, quatro meses e dois dias.

Ana Mesquita, do PCP, foi a primeira a falar e a primeira a tentar puxar a direita parlamentar para o lado da esquerda, recusando "empurrar a solução para as calendas gregas", numa alusão às propostas do PSD e CDS-PP, que remetem a definição da recuperação total do tempo de serviço para nova negociação entre sindicatos e Governo a partir de 2020.

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