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Artigo exclusivo

“Oliveira e Costa queria vender obras de Miró”

Ex-diretor do BPN indica que o presidente do banco queria tratar pessoalmente da venda dos 41 quadros.

24 de setembro de 2020 às 01:30

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Obras de Juan Miró acabaram nacionalizadas
Obras de Juan Miró acabaram nacionalizadas Lusa
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bruno simão
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Marc Ricardo Silva/cmtv
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Oliveira e Costa queria ser ele a vender os quadros de Miró. Quando foi falada uma proposta de aquisição, disse ‘Eu vou fazer muito mais [dinheiro] com isso’. Apontava para 40 ou 50 milhões. Tinha essa megalomania, que depois lhe acabou por custar caro.” As palavras são de Mário Sousa, antigo diretor do BPN Private Banking em Lisboa, ouvido ontem como testemunha no início do julgamento de José Viamonte de Sousa, de 59 anos e de Guimarães, acusado de burla qualificada e de branqueamento de capitais por se ter apropriado de 1,25 milhões de euros com a revogação de um contrato de mediação para a posterior venda das 41 obras do pintor espanhol. O arguido não quis, para já, prestar declarações no Tribunal de S. João Novo, Porto.

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