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Ourém garante qualidade da água para consumo

Com a reposição faseada do abastecimento ao concelho de Ourém, no distrito de Santarém, está garantida a presença permanente de equipas técnicas no terreno, que monitorizam e validam a qualidade da água em todos os sistemas.

05 de fevereiro de 2026 às 10:19

A Câmara de Ourém garantiu esta quinta-feira que a água do concelho se encontra dentro dos padrões de segurança para consumo, preparação de alimentos e cuidados de higiene pessoal, após a passagem das depressões Kristin e Leonardo.

"A Be Water - Águas de Ourém assegura que a água distribuída aos seus utilizadores cumpre rigorosamente todos os padrões de qualidade exigidos pela legislação nacional e pelas boas práticas internacionais", referiu a autarquia, numa publicação nas redes sociais.

A mesma fonte afirmou que estão assegurados "os parâmetros de segurança [da água] necessários para que não exista qualquer risco no consumo, na preparação de alimentos ou nos cuidados de higiene pessoal".

Com a reposição faseada do abastecimento ao concelho de Ourém, no distrito de Santarém, está garantida a presença permanente de equipas técnicas no terreno, que monitorizam e validam a qualidade da água em todos os sistemas.

"Este controlo foi reforçado e é realizado de forma contínua através da recolha de amostras nas diversas zonas de abastecimento, com a realização de análises em laboratório acreditado pelo IPAC [Instituto Português de Acreditação] e reconhecido pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR)", acrescentou.

A Autoridade de Saúde Local está também a monitorizar a qualidade da água distribuída, garantindo que a mesma é adequada para consumo humano.

O município adiantou ainda que a Be Water -- Águas de Ourém continuará a assegurar todos os controlos operacionais e análises laboratoriais, intensificando-os até que a situação do abastecimento regresse à total normalidade.

Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também algumas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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