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Correio da Manhã

Sociedade
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País tem falta de dadores de rins vivos

O programa nacional de doação renal cruzada (PNDRC) não realizou nenhum transplante, um ano após a sua criação. O motivo: falta de candidatos vivos. Segundo a coordenadora nacional das unidades de colheita de órgãos, Maria João Aguiar, "é muito difícil, pois somos um país pequeno e com muitos dadores cadáver, por isso, recorre-se pouco ao vivo".
21 de Agosto de 2011 às 00:30
Não há transplantes cruzados
Não há transplantes cruzados FOTO: direitos reservados

A incompatibilidade de grupo sanguíneo é uma das razões que limitam a dádiva em vida em alguns pares de dador e receptor.

O PNDRC foi criado para responder às necessidades dos doentes candidatos a transplante renal (rim), um tratamento eficaz para a insuficiência crónica terminal e que melhora a qualidade de vida. No ano passado, Portugal realizou 323 colheitas de órgãos para transplante, mantendo a liderança, com a Espanha, em relação a esta prática médica.

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