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Correio da Manhã

Sociedade
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Pandemia em Paços de Ferreira adia abertura de loja da Mercadona

Devido aos surtos de Covid-19 há “dever de permanência no domicílio” e estão proibidos eventos com mais de cinco pessoas naquele município.
Jornal de Negócios 26 de Outubro de 2020 às 11:04
mercadona, paços de ferreira
mercadona, paços de ferreira

A Mercadona adiou para 5 de novembro a inauguração do primeiro supermercado em Paços de Ferreira, no distrito do Porto, que é a 17.ª localização da marca de origem espanhola deste lado da fronteira e que vai criar cerca de 60 postos de trabalho.

Localizado na rua de Ponte Real, a escassos 500 metros do estádio de futebol e do complexo das piscinas municipais, este novo espaço comercial tinha abertura prevista para 30 de outubro, acabando por ser alterada "perante a atual situação" sanitária naquele município do Vale do Sousa.

"A Mercadona está a concentrar todos os seus esforços em proteger a saúde e segurança dos seus colaboradores e clientes e em oferecer um serviço e o sortido necessário para que os nossos ‘chefes’ façam a sua compra habitual", refere a retalhista num comunicado enviado às redações esta segunda-feira, 26 de outubro.

Face ao aumento de casos de covid-19, o Conselho de Ministros da semana passada decidiu que os habitantes dos concelhos de Felgueiras, Lousada e Paços de Ferreira têm o "dever de permanência no domicílio", evitando "circular em espaços e vias públicas, bem como em espaços e vias privadas equiparadas a vias públicas, exceto para um conjunto de deslocações que estão autorizadas".

Entre as medidas especiais, que entraram em vigor às 00:00h do dia 23 de Outubro, destaca-se o encerramento de "todos os estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação de serviços" a partir das 22h; a proibição de eventos com mais de cinco pessoas, salvo se pertencerem ao mesmo agregado familiar; e a obrigatoriedade de adoção do regime de teletrabalho, "sempre que as funções em causa o permitam".

Último ciclo de aberturas em 2020
Apesar deste adiamento de cinco dias, o município conhecido como Capital do Móvel, devido à ligação à indústria nacional do mobiliário, vai receber na mesma o arranque do último ciclo de aberturas da Mercadona no ano de 2020, marcado pela pandemia de covid-19 que também atrasou quase três meses uma das lojas de Aveiro e obrigou a cortar no presunto e na comida em "take away".

Até dezembro, a retalhista com sede em Valência vai ainda abrir três novas localizações – a segunda no concelho do Porto, na freguesia de Campanhã; em Águeda e em Viana do Castelo, que será a primeira loja neste distrito do Alto Minho –, completando assim as dez aberturas calendarizadas para este ano.
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