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Paralisação deixa escolas a meio gás

Greve de docentes por regiões arrancou esta terça-feira em Lisboa, Santarém, Setúbal e na Madeira.
Por Francisca Genésio e Sofia Piçarra|14.03.18
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Escolas fechadas ou a meio gás e uma adesão na ordem dos 60% a 70%. Foi este o balanço que os sindicatos dos professores fizeram ontem, naquele que foi o primeiro de quatro dias de greve dos docentes. O protesto divide-se por regiões - hoje param em Évora, Portalegre, Beja e Faro -, mas a garantia é de que "muitos professores, por constrangimentos que se colocaram neste primeiro dia, farão greve em outro ou outros dos próximos três".

A paralisação começou em Lisboa, Santarém, Setúbal e na Madeira. "Escolas encerradas são várias, de todos os setores de educação e ensino. Na cidade de Lisboa, pela sua dimensão, destacam-se escolas como a EB 2,3 Almeida Garrett [Alfragide], EB 2,3 Manuel da Maia, EB 2,3 Noronha Feio [Oeiras] e a EB 2,3 Francisco Arruda [Alcântara]", avançaram os sindicatos. Durante o dia de ontem, foram muitos os pais que marcaram presença junto aos portões das escolas, ansiosos por saber se os filhos iam ou não ter aulas.

Na origem do braço de ferro entre os docentes e o Governo está, sobretudo, a recuperação dos 9 anos, 4 meses e dois dias em que a carreira esteve congelada. O Governo propõe devolver dois anos e dez meses. Esta é uma situação que na Região Autónoma da Madeira está "alinhavada", de acordo com o Sindicato dos Professores da Madeira (SPM). Ainda assim, cerca de 20% dos docentes que lecionam na Madeira aderiram à paralisação. "É uma greve solidária", explicou Francisco Oliveira, presidente do SPM.

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