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Correio da Manhã

Sociedade
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Partos condicionados em Lisboa e Amadora este fim de semana

Alfredo da Costa e hospitais de Santa Maria e Fernando Fonseca sem capacidade.
Ana Botto e João Saramago 28 de Julho de 2019 às 11:05
Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, sem capacidade de resposta
Médicos
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Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, sem capacidade de resposta
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Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, sem capacidade de resposta
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As grávidas em trabalho de parto não estão a ser, este fim de semana, encaminhadas pelos bombeiros para os Serviços de Urgência Obstétrica da Maternidade Alfredo da Costa e hospitais de Santa Maria (Lisboa) e Fernando Fonseca, na Amadora.

As corporações de bombeiros estão a receber indicações do Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) para deslocarem as grávidas para outras unidades hospitalares da área da Grande Lisboa, segundo apurou o CM.

"No Hospital de Santa Maria a razão apontada é a presença de um elevado número de grávidas. Já no Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), a decisão resulta da falta de médicos obstetras", avançou ao CM a mesma fonte.

Recorde-se que a organização das escalas das Urgências de Ginecologia e Obstetrícia da Grande Lisboa levou a uma reunião entre o gabinete da ministra da Saúde, Marta Temido, e o Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. Nestas escalas "foram identificadas lacunas pontuais no mês de agosto", referiu a ARSLVT, em comunicado datado do dia 19.

Este sábado, o secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos, Roque da Cunha, disse ao CM que as "escalas de agosto estão longe de estarem concluídas". Até ao fecho desta edição, o CM não obteve um esclarecimento das diferentes unidades de saúde.
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