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Correio da Manhã

Sociedade
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Perdeu filha após gravidez normal

Parturiente entrou em coma enquanto esperava por cesariana.
Mário Freire 10 de Julho de 2017 às 01:30
Joana Monteiro é a porta-voz da família que lamenta a falta de explicações e acusa a maternidade de negligência
Joana Monteiro é a porta-voz da família que lamenta a falta de explicações e acusa a maternidade de negligência
Joana Monteiro é a porta-voz da família que lamenta a falta de explicações e acusa a maternidade de negligência
Joana Monteiro é a porta-voz da família que lamenta a falta de explicações e acusa a maternidade de negligência
Hospital de Coimbra
Joana Monteiro é a porta-voz da família que lamenta a falta de explicações e acusa a maternidade de negligência
Joana Monteiro é a porta-voz da família que lamenta a falta de explicações e acusa a maternidade de negligência
Joana Monteiro é a porta-voz da família que lamenta a falta de explicações e acusa a maternidade de negligência
Joana Monteiro é a porta-voz da família que lamenta a falta de explicações e acusa a maternidade de negligência
Hospital de Coimbra
Joana Monteiro é a porta-voz da família que lamenta a falta de explicações e acusa a maternidade de negligência
Joana Monteiro é a porta-voz da família que lamenta a falta de explicações e acusa a maternidade de negligência
Joana Monteiro é a porta-voz da família que lamenta a falta de explicações e acusa a maternidade de negligência
Joana Monteiro é a porta-voz da família que lamenta a falta de explicações e acusa a maternidade de negligência
Hospital de Coimbra
"Foi uma gravidez perfeitamente normal e sem qualquer tipo de problemas", garante Joana Monteiro, prima de Flávia Pinto, mulher de 35 anos que está em coma desde 27 de junho, quando perdeu a bebé à espera de uma cesariana.

"Na véspera [segunda-feira, dia 26] ela tinha ido à maternidade Bissaya Barreto, a uma consulta de acompanhamento, e tudo estava normal", conta a familiar, revoltada com toda a situação e em particular "com a falta de esclarecimentos por parte da maternidade" em relação ao que aconteceu durante o trabalho de parto da prima.

"O que havia era um histórico de cesariana", identificado desde a primeira gravidez, há quatro anos, quando teve a primeira filha "por não fazer a dilatação suficiente", explica Joana Monteiro. O parto estava previsto para a semana que hoje começa, às 40 semanas de gravidez.

Flávia Pinto continua internada em coma e com prognóstico reservado no Serviço de Medicina Interna do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, para onde foi transferida após as complicações sofridas no parto.

Apenas os familiares diretos a podem visitar, mas por períodos de tempo muito curtos. Nestas visitas, conta Joana, "a Flávia já abriu uma vez os olhos e outra deitou lágrimas, depois de ouvir gravações da filha de quatro anos". "Para nós é positivo, mas os médicos desvalorizam", lamenta. A menina que perdeu a irmã tem sido protegida pela família.

"Dissemos-lhe que a mana é uma estrelinha a brilhar no céu. Não tem sido fácil", desabafa.
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