Lusa
JornalistaO Presidente da República, o presidente da Assembleia da República, o primeiro-ministro e representantes dos partidos reúnem-se esta segunda-feira com peritos de saúde pública de várias instituições para uma análise da evolução da pandemia da covid-19 no país.
A sessão sobre a "situação epidemiológica da Covid-19 em Portugal" começou às 10h00 nas instalações da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed), em Lisboa, e decorre, como tem sido habitual, também por videoconferência.
A vigésima reunião de peritos acontece na semana em que o Governo vai decidir se Portugal avança para a quarta e última fase do plano de desconfinamento, que está prevista iniciar-se a 3 de maio.
Na terça-feira, o primeiro-ministro disse ter a "esperança" de que o país possa dar, na próxima semana, o "passo que falta" no processo a "conta-gotas" de reabertura da atividade económica e social após o confinamento motivado pela covid-19.
Crescimento de casos de Covid-19 em Paredes, Paços de Ferreira e Penafiel preocupa especialistas
Já começou a reunião entre peritos e políticos. Marta Temido, ministra da saúde, anuncia o planeamento para a sessão.
A sessão inicia-se com a apresentação de André Peralta Santos, da Direção-Geral da Saúde, sobre a situação epidemiológica.
A incidência cumulativa a 14 dias, desde a última reunião a tendência é "estável", o que o especialista sublinha ser "um bom sinal".
O especialista afirma que há 37 concelhos com incidência superior a 120 casos por 100 mil habitantes sendo que Paredes, Paços de Ferreira e Penafiel são três concelhos que mais preocupam com tendência de crescimento.
Odemira regista uma inversão do crescimento.
Nos grandes centros urbanos há uma "ligeira tendência decrescente".
Em relação ao pico da pandemia, a incidência é dez vezes menor.
Incidência da Covid-19 aumenta dos 10 aos 39 anos. Tendência descrescente nos maiores de 80
O especialista da DGS avança que a a faixa etária entre os 10 e os 19 anos regista mais casos, sendo que não gera grande preocupação porque os efeitos da doença não são muito graves. A maior incidência regista-se entre os 10 e os 39 anos.
Em relação aos maiores de 80 anos, nota-se uma grande diferença sendo que estes registam uma tendência decrescente. Este é o grupo mais protegido através da vacinação contra a Covid-19.
A registar ainda uma inversão do crescimento no grupo dos 0 aos 9 anos.
Os dados são relativos ao período imediatamente anterior à reabertura gradual do país, para mostrar que recentemente os dados têm mantido uma tendência estável.
Norte com tendência crescente mas abaixo dos 120 por 100 mil
André Peralta Santos afirma que a região Norte do País regista uma tendência de crescimento, no entanto, mantém uma incidência abaixo dos 120 casos por 100 mil casos.
A região do Algarve registou uma leve inversão de crescimento.
Aumento da testagem em especial nos concelhos de maior incidência
Houve um aumento da testagem em todo o país, em especial nos concelhos com maior incidência. Apesar de terem sido feitos mais testes, houve uma diminuição da positividade, abaixo dos 4%.
Ainda a registar um decréscimo das hospitalizações, em especial na faixa etária dos maiores de 80 anos.
Na população mais jovem, a positividade é "muito baixa" e deve ser "enquadrada" neste esforço de rastreio, reforça o especialista.
Tendência é estável e dificilmente devemos evoluir para qualquer uma das direções
A evolução da incidência e transmissibilidade do vírus SARS-CoV-2 está a cargo de Baltazar Nunes, do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).
O especialista avança que a tendência é estável e dificilmente devemos evoluir para qualquer uma das direções (crescimento ou decrescimento). A existir uma mudança será para um leve descréscimo, aponta o especialista.
Para os próximos dias prevê-se um R(t) de 0,99.
Baltazar Nunes adianta que a reabertura das escolas conta com um balanço positivo na evolução da pandemia.
"Há algum resultado bastante positivo na forma como a epidemia se transmitiu nas escolas nesta fase de reabertura faseada da escola", até à semana de 16 de abril, apontou o especialista.
Portugal é dos países com maior mobilidade na Europa
Relativamente à mobilidade, o especialista adianta que Portugal é atualmente dos países com maior mobilidade da Europa.
Portugal está "semelhante à Finlândia e perto do Reino Unido", com o R(t) abaixo de 1 e entre 60 e 120 casos por cem mil habitantes.
"Há um benefício claro em atingir nível elevados de vacinação nos vários grupos etário"., diz especialista
Relativamente à vacinação, Baltazar Nunes afirma que "há um benefício claro em atingir nível elevados de vacinação nos vários grupos etário".
O especialista aponta ainda que com a população com mais de 80 anos vacinada contra a Covid-19, a redução da mortalidade é muito significativa.
Baltazar Nunes conclui afirmando que a estimativa do R(t) nos próximos dias é inferior a 1 em todo o país à exceção da região Norte.
Há seis casos da variante indiana em Portugal, todos identificados na última semana
João Paulo Gomes, também do INSA, faz a atualização da vigilância das variantes do vírus no país.
O especialista aponta para abril a sequenciação de 1800 vírus como meta. O objetivo é sequenciar, no mínimo, 5% dos vírus, de acordo com os conselhos da Comissão Europeia. Portugal deverá sequenciar entre 20 a 25% em abril, ultrapassando largamente as recomendações, aponta João Paulo Gomes.
Relativamente às variantes presentes no País, teremos aproximadamente 89% da variante britânica em abril e houve um crescimento de casos da variante de África do Sul de 0,1 pra 2,5 de fevereiro para março. Os dados de abril serão conhecidos ao longo da próxima semana. Portugal tem 64 casos da variante sul-africana, 11 dos quais nas última semanas. Alemanha e França andam à volta dos mil casos, sublinha o especialista, comparando com o caso português
Com a abertura de fronteiras, os especialistas temem a variante do Brasil, especificamente, de Manaus. Portugal tem 73 casos e 44 foram identificados nos últimos 15 dias.
Há ainda a registar seis casos da variante indiana no nosso país identificados na última semana.
A situação epidemiológica atual no que toca às variantes não é impeditiva da continuação do plano de desconfinamento.
Pessoas com mais rendimentos, mais escolaridade e com mais idade são as mais recetivas à vacina
Henrique de Barros, do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, aborda a questão da vacinação, as variantes genéticas e a mortalidade.
O especialista apresenta as conclusões do questionário que conta com a participação de milhares de pessoas que respondem a questões sobre a sua vivência da pandemia.
As pessoas com idade mais avançada são as que mais querem ser vacinadas, já no polo oposto, a população dos 40 aos 49 anos é a que menos quer a vacina. As pessoas com mais rendimentos e maior escolaridade são também as mais recetivas à vacina.
O investigador sublinha que a vacinação assume um papel importante e que, sem ela, "podíamos voltar a viver um pico de infeção como aconteceu há uns meses".
Risco de morrer por Covid-19 baixa de 4% para 0,5%
O risco de morrer pela infeção da Covid-19 é agora muito menor. De acordo com Henrique de Barros, que sublinha a "quantidade de vidas poupadas e internamentos evitados" com a vacina, a probabilidade de morrer passou de 4% para 0,5%.
"Do início da pandemia para agora, o risco de morrer é cinco vezes menor", afirma o especialista.
A região do Norte é onde a probabilidade de morrer é maior, já na região autónoma da Madeira o risco de morrer é menor.
Em termos globais, a letalidade por Covid-19 apresenta um valor de 2%.
O especialista adianta que ainda temos muito de aprender e de avaliar.
"Em setembro esperamos não ter casos" de Covid-19, afirma especialista
O investigador dá ainda uma visão positiva dos próximos meses adiantando que, mesmo com as variantes presentes no país, é possível que com a vacinação e medidas de proteção se venham a registar zero casos de Covid-19 em Portugal.
"Mesmo com variantes, é possível com medidas de proteção e vacinação garantir que em setembro esperamos não ter casos", aponta.
Perceções sociais da pandemia no país
O nível de confiança dos portugueses na capacidade de resposta dos serviços de saúde à covid-19 e às outras patologias está a recuperar, revelou hoje a diretora da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), Carla Nunes.
Numa intervenção na reunião no Infarmed, em Lisboa, que junta especialistas, membros do Governo e o Presidente da República para a análise da situação epidemiológica do país, Carla Nunes destacou a evolução positiva dos cidadãos no recurso às consultas na primeira quinzena de abril, com apenas 10,4% das pessoas a indicar a decisão de não ir a uma consulta, por oposição a 24,5% entre 23 de janeiro e 05 de fevereiro.
"A confiança na capacidade de resposta dos serviços de saúde à covid-19 e outras doenças mantém a tendência de recuperação registada desde fevereiro, verificando-se que 80,2% assinala estar 'confiante ou muito confiante' na capacidade de resposta à covid-19 e 51,2% assinala estar 'confiante ou muito confiante' na capacidade de resposta a outras doenças", pode ler-se no documento da ENSP.
Igualmente em alta está a perceção da segurança e da eficácia das vacinas, já que 87,6% dos inquiridos consideram as vacinas seguras ou totalmente seguras, enquanto 89,9% consideram as vacinas eficazes ou totalmente eficazes. Esses aspetos refletem-se também na intenção de se tomar a vacina, na qual se verificou uma pequena redução na percentagem de pessoas que não quer tomar a vacina: de 7,9% para 5,10%.
Numa análise mais detalhada da intenção face à vacina, Carla Nunes apontou a idade como o critério mais distintivo.
A faixa da população ativa, entre 26 e 65 anos, tem uma maior probabilidade de responder que não quer tomar a vacina, enquanto o grupo etário 26-45 anos tem maior probabilidade de responder que ainda não decidiu, sendo esses mesmos grupos etários os que têm maior probabilidade de duvidar da eficácia ou da segurança da vacina.
Perante a evolução do plano de vacinação contra a covid-19 para estas faixas etárias mais jovens, o documento elaborado pela diretora da ENSP alerta que "poderão surgir novos desafios à adesão, sendo essencial reforçar a informação sobre eficácia e segurança específica para estes grupos etários".
Em Portugal, morreram 16.965 pessoas dos 834.638 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
Gouveia e Melo: "Hoje ou amanhã devemos atingir três milhões de vacinas inoculadas"
Fala agora o coordenador da 'task force', o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo.
O coordenador da task force adianta ainda que houve uma "ligeira evolução positiva da disponibilidade, no segundo trimestre, com 9,2 milhões de vacinas, no entanto, o limite da idade de dois tipos de vacinas que o país está a usar pode condicionar a utilização de até meio milhão de vacinas".
Estas duas vacinas (AstraZeneca e Janssen), com condicionates de limite de idade, podem "retirar ao plano cerca de 2.7 milhões de vacinas". Este fator implicará a redução do ritmo de vacinação e atraso na meta de proteção de 70% da população.
Gouveia e Melo adianta que entre esta terça-feira ou quarta-feira "devemos atingir três milhões de vacinas inoculadas", o que é "uma boa marca".
No final desta semana teremos mais de 22% da população com 1ª dose da vacina o que "já garante uma boa proteção".
Segundo o coordenador, estamos a progredir fortemente nos 70 a 79 anos e "em princípio, no fim desta semana teremos atingido os 100% dessa faixa etária".
Relativamente ao plano de vacinação, Gouveia e Melo afirma que "tem tido resultados muito positivos na simplificação e aceleração da proteção da população que mais precisa".
O vice-almirante aponta ainda para 70% de toda a população vacinada no início de agosto sendo que, por essa altura, o grupo com mais de 30 anos estará todo vacinado.
Presidente da República agradece a todas as equipas de especialistas
O Presidente da República agradeceu a todas as equipas de especialistas que participaram nas sessões sobre a situação da covid-19 a ajuda que têm dado aos decisores políticos ao longo de mais de um ano.
Marcelo Rebelo de Sousa deixou esta mensagem durante a 20ª sessão sobre a situação da covid-19 em Portugal, antes de contactar os partidos sobre o possível fim do estado de emergência e de falar ao país, às 20:00.
Numa curta intervenção, por videoconferência, o chefe de Estado disse querer "agradecer uma vez mais e hoje de forma muito impressiva aos intervenientes" nesta sessão e também "agradecer nas suas pessoas a todas as equipas que têm ao longo do tempo e continuam ao longo do tempo a colaborar nesta missão".
Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, trata-se de "uma missão essencial de ajuda aos decisores políticos, nomeadamente ao Governo, mas também ao Presidente da República, e também à Assembleia da República".
"Sem esse papel de conselho, de análise, de reflexão, de pesquisa, não seria tão fácil, eu diria mesmo não seria possível aos decisores agirem como têm tentado agir ao longo de mais de um ano de pandemia", considerou.
"Estamos a preparar a próxima fase": Ministra da Saúde admite avanço no desconfinamento
A ministra da Saúde, Marta Temido, admite o avanço para a próxima e última fase do plano de desconfinamento peranta a evolução da pandemia explicada esta terça-feira na reunião entre especialistas e políticos.
"Estamos a preparar a próxima fase", apontou a ministra.
Marta Temido aponta como sinal positivo a descida da mortalidade em Portugal e conclui que se vai "continuar a trabalhar" para "seguir em frente".
A ministra aponta ainda que "o país está a controlar a pandemia", advertindo, no entanto, que a pandemia não acabou e é preciso manter os cuidados.
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