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Portugal com boa prestação na União Europeia na educação de menores de 3 anos

Participação de crianças com menos de 3 anos na educação e acolhimento na primeira infância estava, em 2022, muito acima da média da União Europeia, 35,7%.
Lusa 4 de Dezembro de 2023 às 13:59
Portugal é um dos países da União Europeia com maior taxa de crianças menores de 3 anos na educação e acolhimento.
Portugal é um dos países da União Europeia com maior taxa de crianças menores de 3 anos na educação e acolhimento.
Portugal é um dos países da União Europeia (UE) com maior taxa de crianças menores de 3 anos na educação e acolhimento (47,5%) e de empregabilidade nos cursos de formação profissional (83%), em 2022, segundo a Comissão Europeia.

A participação de crianças com menos de 3 anos na educação e acolhimento na primeira infância (EAPI) estava, em 2022, muito acima da média da UE (35,7%) e já próxima da meta nacional de Barcelona revista para 2030 (50,8%).

De acordo com dados do Monitor de Educação e Formação 2023, esta segunda-feira divulgado, em Portugal, "a frequência de estruturas formais de acolhimento por parte de crianças com menos de 3 anos em 2022 (47,5 %) aumentou ainda mais em comparação com 2021 (43,3 %)".

Entre as crianças com idades entre os 3 e os 6 anos -- o ensino pré-escolar -- a taxa de frequência na EAPI era, em 2021, de 90,5%, abaixo da média da UE (92,5%), não havendo dados para 2022.

Por seu lado, a vertente do emprego e formação profissional (EFP) apresentou, em 2022, das melhores taxas de empregabilidade em Portugal, com 83% dos recém-diplomados de EFP entre os 20 e os 34 anos a conseguirem um emprego, acima dos 79,7% de média da UE.

Em 2021, 40% dos alunos do ensino secundário estavam inscritos em programas de EFP, com Bruxelas a destacar os apoios da UE "que permitiram modernizar o sistema e aumentar a oferta".

No que respeita aos professores, o executivo comunitário não só alerta para o problema da escassez, como estaca que 32% tinham idade igual ou superior a 55 anos (UE 24,5 %) e metade dos professores (49,7%) tinham mais de 50 anos, uma taxa muito acima da média da UE (39,4%), enquanto apenas 2% tinham menos de 30 anos (UE 7,5%).

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