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"Portugal está-lhe muito grato": Marcelo lamenta morte de Eduardo Lourenço. Costa anuncia dia de luto nacional para amanhã

Ensaísta e escritor português morreu esta terça-feira aos 97 anos.
Correio da Manhã 1 de Dezembro de 2020 às 10:23
O ensaísta Eduardo Lourenço
O ensaísta Eduardo Lourenço FOTO: José Sena Goulão/Lusa
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou esta terça-feira a morte do ensaísta Eduardo Lourenço, falecido aos 97 anos.

"Portugal está-lhe muito muito grato, foi praticamente um século de serviço à nossa Pátria", afirmou Marcelo, em declarações aos jornalistas esta terça-feira nas cerimónias da comemoração do dia da Restauração da Independência.


Numa nota já publicada no site da Presidência, Marcelo Rebelo de Sousa, evocou e agradeceu ao ensaísta, que considerou ser, desde o início da segunda metade do século passado, o "mais destacado intelectual público" e uma "figura essencial" de Portugal. "Eduardo Lourenço foi, desde o início da segunda metade do século passado, o nosso mais importante ensaísta e crítico, o nosso mais destacado intelectual público", refere a nota.

O primeiro-ministro, António Costa, lamentou a morte do ensaísta, recordando um amigo e camarada com quem aprendeu muito.

"É, para mim em particular, um momento de grande tristeza. Trata-se de um amigo, um camarada, de alguém com quem tive a oportunidade de privar, de aprender muito, e que nos deixa", afirmou António Costa, que declarou esta quarta-feira como dia de luto nacional. "Amanhã [quarta-feira] será dia de luto nacional, no dia em que dos despediremos do professor Eduardo Lourenço", afirmou António Costa.

O primeiro-ministro realçou que este momento é também "um convite a conhecer a obra" de Eduardo Lourenço e de prosseguir a reflexão que o ensaísta deixa.

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou hoje que quarta-feira será dia de luto nacional, pela morte do ensaísta Eduardo Lourenço, aos 97 anos.

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