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Ébola: Portugal compra testes rápidos

INSA diz que exames rápidos não dispensam análise molecular.

22 de fevereiro de 2015 às 12:30

EUA confiantes em alcançar vacina contra o ébola

Ébola: Portugal fez bem em comprar testes rápidos?

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Ébola: Portugal fez bem em comprar testes rápidos?

O Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) vai adquirir testes rápidos para o despiste da infeção provocada pelo vírus ébola. A compra do material de diagnóstico será feita em breve mas não irá substituir os meios que existem no instituto para analisar se os casos suspeitos de ébola são positivos ou negativos. A epidemia já provocou 9457 mortes e 14 142 casos de doença em todo o Mundo.

"Os testes serão adquiridos para estudo da sensibilidade, para investigação e para estarmos atualizados, porque estes testes muito rápidos nunca poderão ser utilizados para um diagnóstico e não nos podemos arriscar a um caso falso negativo, que seria muito grave", sublinha ao CM Fernando Almeida, presidente do INSA. O anúncio da aquisição é feito um dia depois de a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter divulgado que aprovou o kit de teste rápido de antigénios ReBOV, desenvolvido pela empresa americana Corgenix Medical Corp.

"Os resultados dos testes rápidos não dispensam a realização de análises moleculares e, além disso, não há uma grande diferença na espera pelo resultado, pois conseguimos obtê-lo em cerca de três horas", referiu Fernando Almeida, para quem os testes serão úteis em situação de emergência nos países africanos.

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