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Professores, polícias e funcionários judiciais pedem recuperação de carreiras

Em causa estão dez anos de trabalho.
Por Lusa|14.06.18
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Professores, polícias, GNR e funcionários judiciais foram esta quinta-feira à residência oficial do primeiro-ministro pedir a recuperação de quase 10 anos em que as carreiras estiveram congeladas, com António Costa ausente nos Estados Unidos em visita oficial.

O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, disse aos jornalistas que "o tempo de serviço tem que ser contado", uma vez que "as pessoas já trabalharam, o tempo já se cumpriu".

Mário Nogueira indicou que os 3.411 dias que as carreiras estiveram paradas significam, em alguns setores, "dois ou três escalões", o que implica que mesmo ao fim de "40 anos de trabalho" nas carreiras mais longas haja pessoas que não conseguem chegar ao topo das suas carreiras.

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