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Correio da Manhã

Sociedade
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Próteses dentárias sem metal dão ar mais natural

Especialista destaca resultados estéticos com uso de cerâmica.
Cláudia Machado 27 de Agosto de 2017 às 09:13
Técnicas para a produção de próteses fixas e removíveis estão cada vez mais apuradas
Técnicas para a produção de próteses fixas e removíveis estão cada vez mais apuradas
Técnicas para a produção de próteses fixas e removíveis estão cada vez mais apuradas
Técnicas para a produção de próteses fixas e removíveis estão cada vez mais apuradas
Técnicas para a produção de próteses fixas e removíveis estão cada vez mais apuradas
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A medicina dentária foi palco nos últimos anos de "uma assinalável evolução quer nos materiais, quer nos meios de obtenção das próteses dentárias". Um desenvolvimento notório, sobretudo nas próteses fixas que, sem metal e feitas à base de cerâmica, permitem aos doentes uma reabilitação oral com um aspeto estético cada vez mais natural.

"Sempre que possível, optamos atualmente por reabilitações livres de metal", explica João Caramês, especialista em implantologia e cirurgia oral. "A ausência de metal na composição da prótese fixa, permitindo próteses totalmente cerâmicas, veio possibilitar um melhor biomimetismo [reprodução de uma função natural] face à estrutura dentária, indo igualmente ao encontro de pacientes cada vez mais exigentes face ao seu resultado estético final", realça João Caramês. Às "propriedades mecânicas e estéticas de cerâmicas" alia-se ainda a zircónia, um material muito resistente.

O planeamento do tratamento também evoluiu, principalmente a nível tecnológico. O especialista destaca "o elevado grau de precisão de novas ferramentas digitais", como é o caso dos scanners intraorais de alta definição ou dos programas de computador de planeamento estético digital. Além de facilitarem a planificação, estas ferramentas permitem ao doente "visualizar um possível resultado final da sua reabilitação".

Elixir, fio dentário e escova elétrica melhoram higiene
O processo de envelhecimento implica, sobretudo em idades mais avançadas, alguma perda de destreza em gestos como o da escovagem dos dentes. Mas para que não seja perdida a eficácia na higiene oral, há ‘ferramentas’ a que se pode e deve recorrer.

A escova elétrica é um desses exemplos, pois implica menos esforço na escovagem e garante bons resultados de higienização. Já para todas as idades, o fio dentário ou o escovilhão são sempre incluídos na lista. Desta forma, é garantido que não permanecem entre os dentes restos de alimentos.

Após a escovagem dos dentes, que deve acontecer "pelo menos duas vezes por dia", é recomendado o uso de um elixir, que ajuda a reduzir a presença de bactérias nocivas na cavidade oral, refere João Caramês, médico dentista especialista em implantologia e cirurgia oral.

Apesar da prevenção com bons cuidados de higiene oral diários ser essencial, "a visita regular a um médico dentista e/ou um higienista oral é sempre necessária", alerta João Caramês.
João Caramês ciência e tecnologia artes cultura e entretenimento
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