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Correio da Manhã

Sociedade
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Saúde: Protesto na Extensão do Centro de Saúde da Graça

Cerca de meia centena de utentes da extensão das Mónicas, do Centro de Saúde da Graça, em Lisboa, e os presidentes das nove juntas de freguesia da área de influência da unidade, acusam as autoridades de saúde de ignorarem as alternativas apresentadas ao encerramento das instalações para obras.

18 de Janeiro de 2011 às 13:45
Protesto juntou utentes da extensão do centro de saúde
Protesto juntou utentes da extensão do centro de saúde FOTO: Sérgio Lemos

"Compreendemos que fechem para obras e até que  as consultas sejam deslocada para a Rua do Alecrim, no Bairro Alto. O que não aceitamos é que os atendimentos médicos e de enfermagem diários, como a  mudança de pensos, não sejam feitos em instalações cedidas por nós", afirmou Paulo Quadrado, presidente da Junta de Freguesia da Graça.

As obras na extensão das Mónicas deveriam ter começado ontem mas hoje ainda não era possível verificar no local qualquer movimentação nesse sentido. As previsões apontam para a reabertura das instalações num prazo de três meses.

Durante este período, os cerca de 15 mil utentes, maioritariamente idosos, são obrigados a deslocar-se à Rua do Alecrim, no Bairro Alto.

"Tivemos um centro médico particular que disponibilizou gratuitamente as instalações. Isso foi comunicado às autoridades e disseram que as instalações do Bairro Alto são mais vantajosas em termos de rentabilização de recursos", afirmou Paulo Quadrado, acusando as autoridades de saúde de prepotência.

A área de influência do Centro de Saúde da Graça abrange as juntas de São Vicente de Fora, Graça, Santo Estevão, São Miguel, Castelo, Santiago, Socorro, São Cristovão/São Lourenço e Madalena.

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