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Correio da Manhã

Sociedade

Sete albufeiras atingiram os níveis máximos

Chuva aumenta capacidade de onze bacias hidrográficas.
11 de Fevereiro de 2014 às 20:05
Castelo de Bode, que abastece Lisboa, tem 89,3% da sua capacidade
Castelo de Bode, que abastece Lisboa, tem 89,3% da sua capacidade FOTO: Paulo Cunha/LUSA

Onze de um total de doze bacias hidrográficas registaram um aumento do volume de água armazenado em janeiro, devido à elevada precipitação.

De acordo com o Boletim de Armazenamento nas Albufeiras de Portugal Continental, do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos, a bacia do rio Lima foi a que registou o maior reforço das suas capacidades face a 31 de dezembro, passando de 64,3% para 91,5%, valor muito acima da sua média de 63,3%.

Expressiva foi também a subida da bacia do Oeste, que, face aos 68,4% no final do ano passado, subiu para os 89,8%, e do Tejo, com 91,3%, nível consideravelmente superior ao registado no final do último ano, de 73,6%.

Das cinquenta e sete albufeiras monitorizadas, trinta e cinco apresentavam em janeiro níveis de armazenamento superiores a 80% da sua lotação e sete atingiram mesmo a sua capacidade máxima. Na bacia do Douro, as albufeiras de Alijó, para abastecimento, e de Varosa, em Lamego, para produção de energia, já ultrapassaram os 100% do volume total. No Tejo, as albufeiras de Apartadura, em Marvão, e da Cova do Viriato, na Covilhã, ambas para abastecimento, também superaram a quota máxima em janeiro.

O mesmo aconteceu com as albufeiras de Magos, em Salvaterra de Magos, e Montargil, Ponte de Sor. Já a barragem de Castelo de Bode, em Tomar, que abastece a Grande Lisboa, apresentava uma capacidade de 89,3%. Apenas a albufeira de Odivelas, em Ferreira do Alentejo, tinha 37,3 % do volume total.

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