Barra Cofina

Correio da Manhã

Sociedade
7

Sindicatos dos médicos e Governo não chegam a acordo. Rejeitada proposta de 50 euros/hora no trabalho suplementar

Marta Temido indicou que foi proposto "50 euros à hora para horas suplementares para além das horas que constituem um limite legal".
Correio da Manhã 22 de Junho de 2022 às 22:55
Marta Temido divulgou detalhes do plano de contingência para que, até setembro, as urgências hospitalares consigam dar resposta à procura
Marta Temido divulgou detalhes do plano de contingência para que, até setembro, as urgências hospitalares consigam dar resposta à procura FOTO: MANUEL DE ALMEIDA/LUSA
A ministra da Saúde de Portugal, Marta Temido, informou esta quarta-feira, após reunião com os sindicatos que representam os médicos, que as propostas do Governo para valorizar o setor foram recusadas, mantendo-se o 'braço-de-ferro' entre os profissionais médicos e o ministério de Marta Temido.

Entre as propostas feitas pelo Executivo, e rejeitadas pelos médicos, indicou Marta Temido, estava "50 euros à hora para horas suplementares para além das horas que constituem um limite legal", medida que já está em vigor na Região Autónoma da Madeira.

"O Governo reforçou as modificações a fazer nas estruturas médicas para garantir um bom funcionamente dessas estruturas. Nessas modificações admite-se a necessidade de mais médicos no Serviço Nacional de Saúde, a necessidade de melhorar o acesso a prestações de saúde e ainda a necessidade de resolver os constragimentos nas urgências", indicou a governante.

Para estas questões, foram apresentadas três soluções, como sendo a negociação do regime de instrução plena, do trabalho realizado em serviço de urgência e da realização e disciplina do trabalho médico. 

Este processo de negociação tem uma prazo limite de 180 dias, estando já prevista a primeira reunião para o dia 13 de julho.
Portugal Marta Temido saúde política executivo (governo)
Ver comentários
}