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Subsídio de deslocação leva professores para a rua

Protesto porque medida só apoia docentes de um terço das escolas.

14 de outubro de 2024 às 08:29

A atribuição de subsídio de deslocação a apenas alguns professores é para a Fenprof uma medida “discriminatória”, pelo que avança na próxima quinta-feira, pelas 11h00, com um protesto frente ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, em Lisboa.

A contestação surge após terem sido consultados “mais de 250 professores deslocados das suas áreas de residência, muitos a mais de 300 quilómetros, mas que nem por isso são abrangidos pelos apoios decretados pelo Governo e que abrangem apenas professores colocados em pouco mais de um terço das escolas não agrupadas e agrupamentos de escolas do País”, avançou a estrutura sindical.

A Fenprof denuncia que “há professores colocados a 600 quilómetros de casa que não têm qualquer direito”. O apoio está limitado aos professores de disciplinas com falta de docentes de 234 escolas: 102 em Lisboa e Vale do Tejo, 37 no Alentejo, 25 no Algarve e 70 no Norte e Centro. O apoio definido para este grupo de professores é de 150 euros, para os colocados a mais de 70 quilómetros, até 450 euros para aqueles que estiverem a mais de 300 quilómetros de casa.

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