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Correio da Manhã

Sociedade
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Testes do sarampo já custaram 20 mil euros

Beatriz Sampaio, irmã da jovem Inês, que morreu da doença, teve alta esta sexta-feira.
Cristina Serra 29 de Abril de 2017 às 01:30
Sarampo
Francisco George é hoje ouvido no Parlamento sobre o surto de sarampo
Vacina
Inês Sampaio, de 17 anos, estudava na Escola Secundária de Santa Maria, Sintra. Morreu de complicações decorrentes de sarampo
Inês Sampaio, de 17 anos, tinha sérios problemas de saúde
Vacinação deverá sofrer alterações para reforçar a segurança
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Vacinação deverá sofrer alterações para reforçar a segurança
A realização de mais de 100 testes, desde o início do ano, para investigar as amostras biológicas de pessoas com sintomas suspeitos de sarampo, representaram até agora uma despesa de cerca de 20 mil euros ao Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), em Lisboa.

Até ao momento foram registados 25 casos confirmados de sarampo no País, dos quais 16 diagnósticos ocorreram em adultos. Dos 25, 15 pessoas não estavam vacinadas. Há ainda a registar um óbito, de uma jovem de 17 anos, Inês Sampaio, que não estava vacinada. A irmã, Beatriz Sampaio, de 12 anos, teve ontem alta clínica do Hospital de Dona Estefânia, onde esteve internada devido ao sarampo. Também não estava vacinada. 

A par da aquisição extra de reagentes, importados por empresas especializadas, o INSA foi obrigado a reforçar os meios humanos, com mais uma especialista, transferida a título provisório de um outro laboratório do instituto.

"Todos os casos de sarampo diagnosticados clinicamente requerem uma confirmação laboratorial, ou seja, é preciso que o laboratório confirme que aquela pessoa tem sarampo e não outra doença sintomática qualquer", afirmou, ao Correio da Manhã, Paula Palminha, coordenadora do Laboratório Nacional de Referência para as Doenças Evitáveis pela Vacinação.
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