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Trabalhadores da saúde em greve por progressões na carreira e fim de turnos abusivos

Paralisação vigora entre as 0h00 e as 24h00 e foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos

03 de março de 2026 às 07:39

Trabalhadores da saúde cumprem esta terça-feira um dia de greve para exigir "o fim do abuso" de jornadas de trabalho de 14 e 16 horas e um subsídio de risco para técnicos auxiliares, entre outras reivindicações.

A paralisação vigora entre as 0h00 e as 24h00 e foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS).

O sindicato exige a contratação de pessoal, para que cesse a "exploração da precariedade laboral", e acusa as Unidades Locais de Saúde (ULS) de "incumprimento reiterado" das obrigações legais decorrentes do sistema de avaliação de desempenho, com reflexos nas progressões na carreira.

São abrangidos pelo pré-aviso de greve auxiliares de saúde, assistentes técnicos e operacionais, que pretendem igualdade de tratamento com outras carreiras.

Os trabalhadores reclamam a reposição de pontos no âmbito do sistema de avaliação de desempenho (SIADAP) e o cumprimento das percentagens para as classificações que permitem a progressão profissional, já que, segundo o sindicato, estas normas não estão a ser cumpridas e resultam, na prática, no congelamento de carreiras.

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