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Correio da Manhã

Sociedade
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Universidades no interior têm de ser fonte de modernização económica

O Governo quer que as universidades do centro sejam competitivas.
7 de Agosto de 2015 às 16:24
Poiares Maduro e Nuno Crato em Coimbra
Poiares Maduro e Nuno Crato em Coimbra FOTO: Sérgio Azenha/Lusa

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, defendeu esta sexta-feira em Coimbra que cada vez mais se tem de olhar para as instituições do ensino superior do interior do país como fonte de modernização económica.

"Durante algum tempo, olhou-se para as instituições do ensino superior no interior como uma fonte de emprego e valorização das pessoas. Nós cada vez mais estamos a olhar para uma terceira dimensão ainda mais importante, que é a modernização económica que estas instituições do ensino superior podem trazer para o país", sublinhou Nuno Crato.

No seu entender, essa modernização "só existe se as instituições de ensino superior desenvolverem mais a sua ligação ao mundo empresarial" e criarem "polos de excelência", afirmou o ministro, que falava em Coimbra, durante a sessão de assinatura dos memorandos para a constituição dos centros de investigação de excelência em duas universidades do interior do país - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e Universidade de Évora (UE).

O Governo quer que os centros "sejam muito competitivos e possam ir buscar recursos mais amplos e variados", seja a fundos europeus, projetos científicos europeus ou investimento privado, referiu.

Para Nuno Crato, estes futuros centros deverão "incorporar investigadores de qualidade internacional", criar "uma forte ligação ao tecido económico" e "têm de ter como mira o mundo".

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