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Correio da Manhã

Sociedade
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Vontade do doente deve ser preservada

A Ordem dos Enfermeiros (OE) quer preservar a última vontade manifestada pelo doente em situação de fim de vida, mesmo que não esteja expressa na declaração antecipada de vontade, vulgarmente conhecida por ‘testamento vital’.
2 de Outubro de 2011 às 01:00
Maria Augusta Sousa
Maria Augusta Sousa FOTO: Jorge Paula

"Após um ‘testamento vital’ escrito poderá haver uma mudança de opinião da pessoa que não podemos anular", descreve a Ordem, presidida por Maria Augusta Sousa. Os enfermeiros, lê-se no comunicado, defendem que se deve procurar toda a informação em vários suportes sobre a última vontade da pessoa e não apenas aquela que está registada por escrito, que poderá ter sido feita num período temporal muito precoce à doença.

"Se o ‘testamento vital’ tiver carácter absoluto, não permitirá a revogação pelo próprio cidadão, conduzindo a um certo facilitismo na decisão dos profissionais de saúde" alertam.

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