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Correio da Manhã

Tecnologia
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Ciência pode apertar o cinto

José Fonseca e Moura, director do Carnegie Mellon Portugal, afirma que os resultados do programa de colaboração entre a universidade norte-americana e instituições nacionais já chegaram às empresas e ensino superior português e defende a sua continuidade, embora reconheça a necessidade de "apertar o cinto".
5 de Julho de 2010 às 00:30
Governo garante que aposta na Ciência é “vital” para promover a competitividade da economia
Governo garante que aposta na Ciência é “vital” para promover a competitividade da economia FOTO: Tiago Petinga/Lusa

'Sabemos que o País enfrenta um grande desafio económico e penso que o juízo que as entidades em Portugal têm de fazer é qual é o impacto que estas parcerias internacionais têm na universidade e a nível económico', explicou.

Está a decorrer até quarta-feira, em Lisboa, o Encontro Ciência 2010. O primeiro-ministro José Sócrates assegurou ontem que o investimento público no sector da Ciência e da Tecnologia 'é para continuar', argumentando que o apoio do Estado 'é absolutamente vital' para promover a competitividade da economia. Na sessão de abertura do encontro, o ministro da Ciência e do Ensino Superior, Mariano Gago, destacou 'os números' da evolução do investimento em Ciência. 'Em 2005, estávamos em 0,81 por cento [do PIB]. Em 2008, uma das mais rápidas acelerações do desenvolvimento dos últimos 20 anos permitia chegar a 1,55 por cento, 50 por cento dos quais das empresas', sublinhou. Mariano Gago destacou ainda o número de investigadores no País, que atingiu 40 mil entre 2005 e 2008.

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