Azeredo Lopes: "Quem lê o Facebook vê que há aí uma guerra"
Azeredo Lopes, presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Socia (ERC), foi esta sexta-feira ouvido na Comissão de Ética, Cidadania e Comunicação, sobre a actuação do organismo durante os cinco anos de mandato.
Numa nota introdutória, Azeredo Lopes traçou um “balanço positivo” do primeiro mandato do regulador e sobre as vozes contrárias disse: “Quem lê o Facebook vê que há aí uma guerra. Neste caso é comigo.”
Referindo-se a conversas que tem mantido numa página daquela rede social, Azeredo Lopes disse: “Os ataques à ERC são constantes, às vezes, farto-me de rir, mas é preciso não atribuir importância a essas coisinhas.”
Indiferentes a estas questões, os deputados da maioria dos partidos agradeceram o trabalho do regulador – “conferências anuais, estudos sobre a imprensa regional e outros que contribuíram para o estudo dos Media em Portugal”, disse a deputada Carla Rodrigues, do PSD.
Azeredo Lopes apelou “à auto-regulação dos meios” de comunicação social e defendeu a ”substituição parcelar dos membros da entidade”, considerando que “parte dos membros do novo conselho deviam de ter mandatos de dois anos e meio”. O ainda presidente da ERC sublinhou que “a regulação é fundamental para um sistema democrático moderno”.
Assistiram à audição os outros três membros do Conselho Regulador: Elísio de Oliveira, Estrela Serrano e Elísio de Oliveira, e dois membros do regulador da Catalunha.
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