LUÍSA, A MÁRTIR DA 'POP'

Indiferente às polémicas em torno da sua participação em 'Ídolos', Luísa Sobral segue em frente na corrida ao título de 'ídolo' da pop. O programa da SIC ainda não encontrou o vencedor, mas mártir já tem.

22 de dezembro de 2003 às 00:00
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Primeiro disse-se que a mãe e a tia da candidata trabalhavam na SIC. O rumor foi prontamente desmentido, mas logo começou a circular outro bem mais arrevesado. Alegadamente, a progenitora trabalharia na Optimus, entidade patrocinadora do programa, e teria sido a própria a negociar o contrato do patrocínio. A 'versão oficial' desmente tudo. Ao que consta, a mãe da concorrente trabalha sim na Media Planning, uma "agência de meios independente que presta serviço exclusivo na área da comunicação". Aliás, terá sido por isso que teve livre trânsito no teatro Tivoli, onde distribuiu rádios e sacos de uma marca cliente, no dia em que aquela sala acolheu a eliminatória em que foram escolhidos os 30 finalistas, enquanto os outros pais tiveram de aguardar à porta.

Outras "denúncias de tratamento privilegiado" dizem que Luísa recebe os pais no Hotel Eden, quando as visitas de familiares estão proibidas, e foi ainda revelado que Luísa se inscreveu no programa com 15 anos, quando o regulamento só permite a participação de candidatos com idades compreendidas entre os 16 e os 26 anos. Mas, de acordo com a produção, esta é apenas "mais uma tentativa de denegrir a imagem da concorrente, que completou o 16.º aniversário no decorrer das semifinais", pois qualquer jovem poderia concorrer desde que celebrasse 16 primaveras até 31 de Dezembro.

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Contra tudo e todos, Luísa resistiu às críticas e, algo inesperado, tal qual uma verdadeira mártir da música pop, está apenas a um passo da grande final da competição, agendada para 2 de Janeiro.

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