Pedro Granger promete ser "duro, seco e sarcástico" em ‘O Elo Mais Fraco’
O concurso de cultura geral ‘O Elo Mais Fraco’ regressa à RTP1 segunda-feira,19 de Setembro, com Pedro Granger como anfitrião. A estreia terá um carácter solidário.<br/>
“Nove personalidades da RTP vão disputar o prémio, 10 mil euros, que irá reverter para a Associação Parte de Nós, da Fundação EDP”, revela Hugo Andrade, director de Programas da RTP1, aquando da apresentação dos estúdios e do concurso produzido pela FremantleMedia Portugal.
Pedro Granger explicou que ainda está a encontrar o seu registo, contudo, avisa que vestirá a pele de um apresentador “seco, com alguma dureza e sarcasmo”. Feliz por poder estar à frente de um programa de entretenimento, - “isto é como um champô 2 em 1 para um actor, pois estou a apresentar e ao mesmo tempo a criar uma personagem” - Granger contou que falou com as anteriores apresentadoras do formato para se aconselhar. “Falei com a Júlia Pinheiro e com a Luísa Castel-Branco e o conselho de ambas foi unânime e disseram:”diverte-te! É o que farei, com a responsabilidade de ter sido o escolhido quer pela Fremantle, quer pela RTP”.
Hugo Andrade não tem dúvidas: “’O Elo Mais Fraco’ vai ser o elo mais forte da RTP. E a aposta em ser um apresentador, foi precisamente para se fazer uma descolagem das edições anteriores. Quando eu e o Frederico
(Ferreira de Almeida, director-geral da Fremantle)
definimos o perfil do apresentador, surgiu o nome do Pedro Granger. Ele foi o primeiro e a única aposta”, diz ainda o director de programas da RTP1.
O produtor, por seu turno, destacou também o empenho de Granger. “À semelhança de apenas mais duas pessoas que conheço no mercado, o Pedro, antes de começar a gravar,já vem com o trabalho de casa feito. Estuda, por exemplo, os tempos das interrupções e isso é fundamental para o nosso trabalho”, refere Frederico Ferreira de Almeida. E acrescenta:”Acho que o Pedro resulta melhor neste formato do que qualquer uma das apresentadoras anteriores”.
Para o director de programas da RTP1, o actor e apresentador é transversal. “Queremos captar um auditório diferente. Precisamos de inovar e arriscar e até pode trazer outra frescura. O público que o Pedro tem é o que a RTP quer”.
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