Segunda edição será mais fraca
A 2.ª edição da ‘1.ª Companhia’, será, para Cinha Jardim, Lili Caneças e Ana Maria Lucas, menos mediática e as audiências baixarão.
Cinha Jardim considera que a 2ª edição “não terá as mesmas audiências que o programa de estreia”. A ‘socialite’ dá como exemplo os outros ‘reality shows’ da TVI: “A 2.ª edição do ‘Big Brother Famosos’ teve metade das audiências que a primeira e na ‘Quinta das Celebridades’ passou-se a mesma coisa. É natural. O formato torna-se repetitivo”.
Talvez para evitar um impacto maior, “dois concorrentes fortíssimos deixaram a primeira edição prematuramente, o Nuno Homem de Sá e o Frota. Assim, atenua-se a diferença de valores entre os concorrentes de uma e outra edições. O público não notará tanto, já que dois dos mais fortes foram expulsos”, admite um ex-participante de ‘reality shows’, que preferiu manter o anonimato.
Para Ana Maria Lucas, o pouco mediatismo dos nomes avançados para integrarem o futuro elenco da ‘1.ª Companhia’ pode ser prejudicial para as audiências. No entanto, defende que “o peso dos concorrentes constrói-se lá dentro. O José Castelo Branco era conhecido por contrabando de jóias e por ter sido preso. Ninguém o conhecia e ele criou aquela personagem”. Lili Caneças considera, por seu lado, que “os ‘reality shows’ são jogos sem regras, mas o Piet Hein e a Endemol sabem o que fazem”.
Cristina Areia, Jorge Monte Real e Sá Leão são dados como certos para a 2.ª edição. Em dúvida estão: Marco Borges, Ruth Marlene, Catarina Salgueiro Maia e Paulo César. E agora fala-se, também, na hipótese Adriane Galisteu.
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