Serviços em pacote rendem 568 milhões de euros em três meses

Subscritores aderem cada vez mais aos pacotes com quatro ou cinco serviços, em detrimento dos que só têm três.

28 de maio de 2026 às 01:30
No final do 1.º trimestre de 2026 existiam 4,8 milhões de subscritores de pacotes de serviços Foto: Direitos Reservados
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No final do 1.º trimestre de 2026 existiam 4,8 milhões de subscritores de pacotes de serviços – mais 38 mil do que no mesmo período do ano anterior – mas voltou a notar-se um reforço das ofertas com quatro ou cinco serviços (que registaram mais 149 mil subscritores, consolidando-se como as mais utilizadas e representando já 61,5% do total), enquanto, pelo contrário, se assiste a uma diminuição gradual do número de subscritores das ofertas com três serviços (menos 141 mil no período analisado).

As contas são da ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações) e indicam que entre janeiro e março, as principais receitas retalhistas de comunicações eletrónicas diminuíram 2,6% face ao trimestre homólogo – um recuo que resulta, em parte, do impacto da tempestade Kristine

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As receitas dos serviços em pacote totalizaram 568 milhões de euros (sem IVA), sendo que a receita média mensal por subscritor de pacotes foi de 39,59 euros: nos pacotes com quatro ou cinco serviços o valor situou-se em 46,50 euros; nas ofertas de três serviços, ficou pelos 31,37 euros.

No final do trimestre, a MEO foi o prestador com maior quota de subscritores de serviços em pacote (41,5%); seguida pelo Grupo NOS (34,9%); Vodafone (20,3%) e pelo Grupo DIGI/NOWO (3,2%). A MEO liderou também em receitas de serviços em pacote, com uma quota de 39,9%, à frente do Grupo NOS (37,6%), da Vodafone (20,6%) e do Grupo DIGI/NOWO (1,8%).

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